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Mostrando postagens de Dezembro, 2015
Magia negra. Com base em histórias de livros e outras fontes que li, elaborei um conceito interessante pra magia negra pra posteriormente usar em sistemas de RPG ou em contos (mas nunca usei).

No caso, magia negra seria uma capacidade mística de infligir algum mal a outra pessoa, mas ao custo de seu próprio mal. O mal causado ao alvo da magia negra seria quase instantâneo, podendo haver demora dependendo do grau infligido, já o mal recebido pelo uso dela seria bem mais demorado, mas quase no mesmo grau, e cumulativo com o uso.

Por exemplo, um "mago" que queira a morte de uma pessoa pode conseguir fazer isso em menos de cinco dias (dependendo do poder do próprio), porém poria sua própria vida em risco, mas num processo lento que o consumiria de dentro pra fora com sintomas variados, podendo demorar até um mês, mas ainda com chance de sobrevivência. Caso usasse mais magia negra, por menor que fosse ainda nesse período, receberia mais sintomas diminuindo suas chances.

É um conc…
Logo após meu término com Giselle, quando eu vi que tudo estava perdido, resolvi queimar tudo que eu tinha dela, pelos menos o que fosse queimável... Todas as cartas e bilhetes românticos. Também joguei fora alguns presentes.

Me arrependi (em parte) e comecei a escrever um "livro de desculpas" ou qualquer coisa do tipo. Peguei um caderno em branco que eu tenho (capa do Homer Simpson) e comecei a pedir desculpas por um monte de coisas que fiz. Pior que não deu tantas folhas, então resolvi começar a escrever sobre minhas saudades.

Com o tempo fui escrevendo o que me vinha à cabeça em relação a ela (também não foram tantas folhas assim) até que eu deixei de escrever sobre Giselle e comecei a escrever apenas sobre mim. Sobre meus problemas, sobre o que eu precisava melhorar em mim e como eu achava que me tornaria uma pessoa melhor.

Cansado de gastar meu pulso escrevendo, resolvi focar aqui no blog. Por isso as postagem mudaram um pouco. Digitar é mais fácil, apenas. Nem ligo se …
Tudo que quero da minha vida é viver em paz. Não ligo de viajar, ter sucesso, ter dinheiro, só quero ter sossego. Fazer as coisas que quero fazer como puder fazer. Apenas viver.

Não tenho planos elaborados pro futuro, nem quero, nem acho que preciso. Tenho alguns planos por alto, nada específico. São o suficiente para que tudo dê certo, ou apenas dê errado. Vai saber? Eu vou me esforçar e dedicar pra que esse meu "sonho" se concretize, apenas não foi deixar de viver por isso.
Não tenho ambições. Isso é ruim? Não que eu não tenha sonhos. Só acho que relevei eles.

Vamos lá. O que é a vida? Tudo e nada. A vida foi feita para se viver apenas. Acabou, acabou. Sem céu, inferno e mimimis. Eu queria ter fé, acreditar em Deus e recompensa pós morte, isso talvez me motivasse mais a causar o bem. Ou não. Tanta gente "de fé" que é tão podre por aí. Ao contrário da maioria eu tive que lidar com o fato de que minha vida é essa, e acabou, acabou. Pode não parecer, mas dependendo da pessoa é difícil lidar com o fato de que não existe um "futuro infinito". Uma hora os amanhãs se acabam. E ai?
Vale a pena ter sonhos? Vale a pena ter ambições? Morreu, morreu. Acabou, acabou. De que adiantou tanta luta?
Sou adepto do desapego e da humildade. Cada vez mais, cada dia que passa, me desapego mais de tudo e de todos. O mundo a minha volta se torna cada vez mais fútil, então pra que preciso dele? O que mantenho, é por puro prazer, mas aos poucos me desapego dele…
Ás vezes eu pergunto o que há de errado comigo. Por que eu espero tanto de pessoas que não são nada daquilo que falam. Ou melhor, por que eu confio tanto em pessoas que não sabem dar sem esperar nada em troca?

Apesar de que eu não posso reclamar muito, não sou a melhor pessoa do mundo.

Ah, tanto faz. ^^
Meu primeiro ato de libertação foi o término com Giselle (minha ex).

Não lembro como foi, dia, horário, nem lembro direito as palavras.

Os dias que seguiram foram um desapego atrás do outro. Foi uma batalha longa e terrível, quase impossível contra mim mesmo. Ainda perdura, mas agora são lutas espaçadas, tranquilas. Me lembra Tai Chi.

Falando um pouco da relação eu cometi muitos erros, fiz sim coisas ruins e mesmo sabendo que meus atos foram apenas consequências de atos dela (da mesma forma que os atos dela também foram consequências dos meus e que assim, ambos tem culpa da mesma forma que ninguém tem), eu me sinto culpado.

Tenho um problema sério com culpa e mesmo já tendo pedido desculpa várias vezes ainda sentia bastante culpa até alguns dias atrás, mas meu desapego tem sido tão grande que eu finalmente me livrei dessa minha busca pelo perdão de pessoas que não sabem perdoar. Falo isso por que se ela me perdoou nunca comentou isso, mas enfim, é algo que depende só dela.

Mais alguns…