Faz muito tempo que não escrevo uma crônica. Talvez meus pensamentos tenham ficado menos crônicos... Na verdade eu quem nunca gostei muito das minhas crônicas. Sempre evitei escrevê-las. Crônicas são mais pessoais e eu sempre tentei afastar minha persona dos meus textos o quanto pude. Dessa vez não posso fazer isso.

Várias coisas aconteceram que não deixam minha cabeça relaxar para que eu consiga abstrair o que eu sinto num conto que não tenha relação comigo. Não gosto de me expor, por isso pego o que sinto, reinterpreto, crio situações com sentindo similar a ponto do leitor sentir o que eu sinto, mas sem saber o que eu passo e ponho no papel. Quem me conhece de verdade sabe “me ler” nos meus contos, quem me conhece “por alto” nem faz ideia do que eu realmente passei para criar meus escritos. O contexto sempre é completamente diferente.

Também não gosto de escrever crônicas por que me perco com facilidade em pensamentos. Com contos eu crio um roteiro e consigo segui-lo com facilidade, com crônicas eu apenas escrevo o que me vêm em mente, tentando não desviar do meu objetivo principal, mas acabo me perdendo mesmo assim.

A propósito, isso aqui é mais que uma crônica. É uma carta. Ou um relato. Eu não sei. Sou péssimo com temas literários e afins. Eu apenas resolvi “deixar algo”, como meus pensamentos, por que eu raramente falo abertamente de como minha cabeça funciona e quais são meus ideais de vida.

Minha cabeça parece que vai explodir. Muita coisa ressoando como marretadas constantes. Eu não consigo relaxar apesar de tentar e ter “tempo livre” pra isso. Estou perdendo o foco.

Eu acho que isso é tudo por enquanto. Não me sinto bem.

A sessão de jogo com o pessoal daqui a pouco vai me ajudar a colocar a cabeça em ordem.

Até.

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