Apego nunca é tão bom quanto parece. Sei lá. Mentira, to exagerando. Apego é bom e todo mundo gosta, o triste é que uma hora a gente desapega, ou desapegam da gente. Aí que é chato.

Pode-se dizer que faz parte do ciclo da vida.

A noite está inquieta, o vento acaricia as folhas das árvores com suave peripécia. Eu deveria estar lá fora com eles, mas pouco importa. Não tenho forças mesmo. Lutando contra o sono, me esforço para mover os tendões e continuar a digitação dessa confissão podre.

Eu não aprendo. Não, não. Pior que isso. Eu desaprendo. Eu esqueço. Piso nos mesmos buracos e me ferro de novo, mas tudo bem, já me acostumei com minha própria incompetência.

Queria ter a capacidade de colocar aqui muitas de minhas memórias, antes de eu ir. Mesmo que ninguém veja. Também minhas confissões.

Eu sou estranho. Às vezes sinto falta de Giselle, mas me toco que sinto falta de alguém que nem está mais lá, talvez nunca estivesse. Às vezes também sinto falta de Junia, principalmente quando vejo a lua, mesmo que tenha sido uma coisa tão simples, boba, fútil e já esquecida. Eu gostei bastante de Junia. Não sinto falta de May, foi infantil ao extremo do ridículo e nada mais, ela era uma pessoa legal, mas nunca senti que fui muito além de um nada na vida dela. Tenho curiosidade de saber como anda a Vê, as vezes. Só às vezes. E é isso. Sei lá

To com sono. Vou dormir logo. Saco.

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