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Mostrando postagens de Janeiro, 2016
Quero falar de Laliza. Por que? Por que eu sou um saudosista idiota débil mental carente.

Larissa Alves ou Laliza foi uma garota que me marcou apesar de ter sido só um relacionamento virtual um tanto infantil. Eu gostei dela, de verdade, muito, demais, por muito tempo e juro que ainda teria vontade de esbarrar com ela e trocar um lero se ela não fosse mais com a minha cara.

Marcou por que foi quando eu comecei a perceber que eu precisava antes de tudo resolver meus problemas pra depois tentar me envolver com alguém, me dedicar a mim mesmo pra depois me dedicar a outras pessoas. Pode soar meio egoísta, mas se você ver pelo lado de que você quer melhorar a si mesmo não para si, mas para as pessoas que você ama, tudo faz sentido.

Claro que com isso eu acabei descobrindo que aquilo não era amor necessariamente, mas uma fuga da realidade. Um amor distorcido, por assim dizer. Mesmo assim ainda bate as vezes uma leve saudade. Que nem agora.
Não sei se tenho mais coisas que eu possa escrever aqui que não sejam exatamente um desabafo, nem palavras de sabedoria, não sou exatamente o sábio dos sábios também. Ando tranquilo e isso é bom. Não estou sem problemas, muito pelo contrário, eles são como pesos amarrados no meu pé, mas se tornaram tão leves que ainda consigo andar livremente com eles.

Talvez eu tenha me tornado mais apático que o normal, mas esse é o meu verdadeiro eu. Sempre fui uma apatia em pessoa, mas já fui pior. Meu lema atual é simples "Se posso resolver, corro atrás, se não posso fazer nada, deixo pra lá. Toda preocupação é inútil.", e ninguém precisa de mais do que isso pra ser feliz.

Meu final de ano foi perfeito. Leandro estava aqui, Cella estava de férias do trabalho, Aline estava aqui, minha prima Alê estava aqui também. Tive dias extremamente ocupados e prazerosos me esforçando pra ver ao máximo que posso cada um desses indivíduos que amo tanto do fundo do meu coração e isso fez meu 2016 começ…
Não consigo mais escrever como antes. Escrever sempre foi um ato de criação, hoje, um desabafo.

Às vezes penso em tentar metaforizar minhas dores e preocupações num conto ou mesmo poesia... mas não. Isso não é minha escrita de verdade. É uma bosta qualquer.

Odeio desabafos, mas as vezes não da pra conter, preciso desabafar mesmo que desabafe para o nada. Mentira, eu sei que tem ao menos duas pessoas que eu conheço que ainda vem aqui bisbilhotar.

Vou voltar a escrever desabafos no caderno, melhor que ninguém lê.

Até um dia.