Eu sou ateu...

 ... mas eu não vou ficar aqui abordando teologia barata, dos porques do universo, de como virei ateu, nem nada do tipo, só resolvi falar de como eram minhas crenças antes de eu ser um ateu.

  Primeiro abordarei as de menor importancia até as de maior importância, por que? Por que é divertido, sei lá... Talvez exatamente por serem de menor importância, talvez por serem as que eu menos goste (quero tentar deixar o melhor pro final)...

Karma

 Resumindo bastante "O que você faz volta pra você.", ou seja, se você faz bem você recebe bem, se você faz mal, recebe mal. Acreditei nisso por muito tempo. Numa outra vertente pessoal, também acreditei que objetos pessoais que carregassem sentimentos, carregariam "energia" e ela poderia ser positiva ou negativa de acordo com o sentimento, assim essa energia poderia ser compartilhada por outras pessoas que ficassem muito tempo com o objeto.

Caos Imperfeito

  Resumindo novamente "Sorte e Azar", eu sempre acreditei muito no acaso também, que se uma coisa não fosse influenciada pelo Karma (o que é impossível pela crença original, mas na minha versão não é) então isso seria pura sorte, se fosse uma coisa boa, ou azar, se fosse algo ruim.

Destino Deturpado

 Resumindo: "Nem tudo era pra ser, mas algumas coisas estavam escritas". E é isso mesmo, por fim, quando algo não era provindo de Karma, nem do Caos Imperfeito, então era obra desse meu Destino Deturpado.

 Isso tudo era de menor importancia, por que eu acreditava nessas coisas já desacreditando, na verdade era a clássica "Acredito por que preciso de uma explicação.", daí fiz essa salada de crenças da qual nunca dei muita importancia.

Moeda da Sorte

Idêntica minha antiga moeda da sorte!

 Agora, uma coisa que eu acreditava com vontade era em moedas da sorte. Era uma mistura da crença do Karma com a crença padrão de moeda da sorte. Enfim: Uma vez que você escolha uma moeda como sua moeda da sorte, você deverá andar sempre com ela "depositando sua fé" nela (idiotice), e com o tempo ela vai armazenar e retribuir essa "energia positiva" pra você.

  Algumas vezes você até poderia fazer uma pergunta cuja resposta pudesse ser apenas "sim ou não" pra moeda (isso mesmo! perguntar pra moeda!) e jogar a moeda, cara era "sim", coroa era "não". Às vezes eu pego uma moeda qualquer e jogo por curiosidade. ;p

  Por fim, se você perde a moeda, você ficará um tempo com azar igual ao tempo em que você ficou com a moeda... Agora pense no desespero de um indivíduo que acredita nisso e perde a moeda da sorte de mais de 3 anos? É, bem ridículo.

Vento




  Ta aí, meu substituto ao chato e entediante deus cristão (sem ofenças, por favor, é apenas minha opinião). Ele é onipresente, acredito que onipotente, por que por lógica não pode ser preso, nem "destruído", e nunca me importei se é onisciente ou não. O mais divertido? Você pode sentir ele. E pode sentir ele quase sempre. Ele está SEMPRE com você, você só precisa abrir a janela, sair de casa pra dar uma volta, subir no terraço, etc.

  Ainda hoje me pego às vezes conversando com ele. Demorei pra entender que só estava falando com minha própria consciência. É a vida. Mesmo assim ainda o considero como um irmão que nunca existiu. :)

Postagens mais visitadas deste blog

Regras para Namorar um INFP

Oi, eu sou um INFP...

Biblioteca do Caos