Oi, meu nome é Felipe e sou viciado...

... não, não! Perae! Sou viciado, mas não do tipo que você ta pensando. Meu vício não é tóxico ou biológico, é psicológico... Diria que em parte também de espírito.

Sou viciado em jogos, mas não de jogos de aposta. Jogo por diversão. É muito bom jogar com os amigos, se divertir, conversar e rir. Como também é muito bom jogar sozinho!

Amo botar a cabeça pra funcionar jogando "puzzles" (quebra-cabeças), amo me envolver em histórias de jogos eletrônicos (video-games), amo mais ainda tentar fazer tudo que posso e um pouco mais com um jogo, explorar os limites dele vendo até onde ele pode chegar e explorar os meus limites vendo até onde eu posso conseguir explorá-lo!

Mas minha verdadeira paixão/vício é RPG de mesa. Pra quem não sabe RPG (role playing game, numa tradução aproximada "jogo de interpretação") é uma modalidade de jogos de mesa em grupo que tem se tornado cada vez mais frequentes. Existem vários  sistemas e várias modalidades, mas o gosto real da coisa está na interpretação e no desenrolar da história.

"Se gosta de interpretar por que não faz teatro?", por que RPG é o teatro do improviso. No teatro você tem um roteiro (na maioria das vezes) e basicamente sabe o que vai acontecer. A beleza do RPG está em que você não sabe roteiro algum, seu único dever é interpretar o personagem e tentar resolver qualquer treta que rolar pra cima de você!

Falando mais um pouquinho sobre RPG, numa mesa existe um jogador que normalmente é chamado de "mestre", mas é mais conhecido e melhor identificado como narrador. Ele é o único que tem o verdadeiro roteiro do enredo das sessões em mãos, por que é ele quem cria a história do RPG, ele faz o mundo onde os personagens dos jogadores viverão, as cidades que visitarão e os outros personagens com quem irão interagir. Ser mestre de sessão de RPG não é pra qualquer um...

Curiosidade: "mestre" é uma referência à RPGs antigos que eram mais voltados pra exploração de masmorra medieval e o narrador era antigamente chamado de "mestre da masmorra" onde ele tinha apenas que criar armadilhas, monstros e mapas. Depois com o tempo, conforme os cenários de RPG foram se tornando diversificados, amplos e a tarefa do "mestre" foi se ampliando em conjunto sendo mais voltada para desenvolvimento de enredo, o termo narrador foi criado, já que se encaixa melhor na descrição...

Mesmo assim ainda prefiro "mestre", não por parecer demonstrar hierarquia, mas por que é quase que uma homenagem às origens de quando tudo começou. :)

(e eu juro que não faço a mínima ideia do que queria com essa postagem...)

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